Empresa holandesa aponta queda em congestionamentos de Salvador

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O tempo médio de congestionamentos no trânsito de Salvador caiu 3 pontos percentuais, de 43% para 40%, de acordo com pesquisa da empresa holandesa de GPS e telemetria TomTom, que analisa o comportamento do trânsito em 390 cidades do mundo, comparando os anos de 2015 e 2016. Salvador também saiu do ranking das dez cidades mais congestionadas, de acordo com a pesquisa, saltando da 7ª para a 28ª posição.

Fabrizzio Muller, superintendente da Transalvador, comentou o resultado. “Pode parecer uma leve melhora, mas se mostra significativa quando verificamos que o trânsito no mundo só tem piorado nas grandes cidades”, justifica. Segundo a mesma pesquisa, “os congestionamentos cresceram 13% no mundo desde 2008, com maior peso na América do Norte (17%) e menor peso na Europa (2%)”.

“O resultado também se mostra positivo quando se percebe a acelerada ampliação da frota de veículos de Salvador”, lembrou. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), entre 2005 e 2015, a frota mais que dobrou, passando de 408.631 para 846.102 veículos. No último levantamento disponível no site, de outubro de 2016, Salvador já apresentava frota de 863.065 veículos automotores.

De acordo com o Site G1, que publicou o resultado da pesquisa, “para fazer o ranking, a TomTom leva em conta dados de GPS e telemetria de veículos em 390 cidades de 48 países. A porcentagem é o tempo adicional que o motorista leva em média no trânsito, em comparação com uma situação sem congestionamento”.

Tendência –  O tempo médio gasto pelos condutores de Salvador diariamente em congestionamentos caiu 30% em horários de pico, comparando os meses de janeiro de 2016 e de 2017. Dados do Sistema de Monitoramento do Trânsito em Tempo Real do Núcleo de Operação Assistida (NOA) da Transalvador mostram que esse tempo médio diário foi de 76 minutos no primeiro mês deste ano, quando no mesmo período do ano passado foi de 108 minutos. O cálculo leva em conta cerca de 400 km de vias apenas nos horários mais problemáticos, das 6h30 às 09h30, das 12h às 14h30 e das 16h30 às 19h30, entre segunda e sexta-feira.

Os dados mostram ainda que a velocidade média que os veículos atingem nos horários de pico subiu 10%. “Isso significa que, além de menos tempo presos no congestionamento, os condutores têm a sensação de que, apesar de lento em determinados pontos, houve uma melhora na fluidez”, explicou Fabrizzio Müller.

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