Mosquito Zero contabiliza mais de 3 mil downloads na fase piloto

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Expectativa é que a área de atuação da ferramenta seja expandida para todas as localidades da capital ainda nesse quadrimestre

Após o período do projeto piloto, o aplicativo Mosquito Zero contabilizou mais de 3 mil downloads e um total de 281 denúncias de focos do Aedes aegypti. Atuando nesse primeiro momento na região do Itaigara, bairro com maior índice de infestação do mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela, de acordo com o levantamento realizado em janeiro pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), o app também recebeu denúncias de outras 72 localidades da capital baiana.

Após comprovada a eficácia e resolutividade da ferramenta tecnológica, a atuação do dispositivo deverá ser ampliada para todo município ainda nesse quadrimestre. “Estamos alinhando algumas questões técnicas para ampliar a área de atuação do Mosquito Zero até o final de abril. A partir daí, todas as denúncias realizadas via aplicativo em todas as localidades da cidade serão encaminhadas para os órgãos de competência para que o problema seja sanado”, explicou Alex Sandro Correia, idealizador da ferramenta.

No curto espaço de tempo de funcionamento, a plataforma auxiliou na redução do índice de infestação predial do Itaigara de 3,6% para 2,6%. O aplicativo permite que as pessoas possam enviar foto, fazer comentário e classificar o local. Esses dados são filtrados e enviados para o Fala Salvador, canal de atendimento à população da Prefeitura. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) atende e o aplicativo dá o feedback, informando aos usuários as datas de atendimento das solicitações.

Aplicativo – O Mosquito Zero é uma ferramenta tecnológica de rápido e fácil acesso, capaz de registrar focos do Aedes aegypti, além de notificar em tempo real os casos suspeitos de dengue, chikungunya e zika vírus. O aplicativo é o mais completo para o enfrentamento das arboviroses desenvolvidos no país e está disponível para download apenas para plataforma Android.

Através do Mosquito Zero, qualquer cidadão pode fazer fotos de um possível foco do Aedes aegypti e enviar para o Centro de Monitoramento, montado exclusivamente para o registro em tempo real das informações obtidas por meio do aplicativo. O centro também aciona os órgãos públicos para a eliminação dos criadouros.

Em 2014, o app foi vencedor do concurso Ideias Inovadoras da Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), o único no Brasil aprovado no chamamento público do Ministério da Saúde para financiamento. Mais informações sobre a nova ferramenta no site http://www.mosquitozero.com.br.

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