Câmara Itinerante ouve demandas dos moradores da Prefeitura-Bairro Barra/Pituba

27-03-2017 Câmara Intinerante Barra ft Antonio Queirós (14)
Câmara Itinerante reestreia em

debate com populares na Barra

 

Mais nove sessões legislativas serão realizadas nas comunidades de Salvador ao longo do ano

 

Na semana em que a cidade do Salvador completa 468 anos, o Projeto Câmara Itinerante foi retomado em sessão ordinária na tarde desta segunda-feira (27), cumprindo a meta de aproximar o cidadão do Poder Legislativo soteropolitano. O auditório do Hotel Sol Barra lotou de populares que reivindicaram melhorias para as localidades da Prefeitura-Bairro Barra/Pituba.

A região compreende Alto das Pombas, Amaralina, Barra, Calabar, Caminho das Árvores, Canela, Chapada do Rio Vermelho, Costa Azul, Engenho Velho da Federação, Federação, Graça, Itaigara, Jardim Armação, Nordeste de Amaralina, Ondina, Pituba, Rio Vermelho, Santa Cruz, Stiep, Vale das Pedrinhas e Vitória.

Sugestões e reclamações feitas pelos populares foram registradas e serão encaminhadas aos órgãos competentes do Poder Executivo para que sejam solucionadas.

O presidente da Câmara Municipal de Salvador, vereador Leo Prates (DEM), destacou a “qualidade do debate” com os moradores. Foram duas rodadas de pronunciamentos. No total, 10 falas de populares e 10 comentários dos legisladores sobre as propostas apresentadas.

“Foi muito positivo. A Câmara cumpriu rigorosamente o seu papel e a primeira edição do Câmara Itinerante superou todas as nossas expectativas,

num debate de alto nível. É isso o que a gente espera nas próximas sessões nos bairros”, comemorou Leo Prates.

Entre os principais problemas apontados pelos populares, a violência, poluição sonora, e o reflexo do Carnaval para os moradores dos bairros.

Coordenadora executiva do Câmara Itinerante, a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) também considera “muito importante” a iniciativa do Poder Legislativo de promover o debate com a população. “É com muita alegria que estamos cumprindo a meta de aproximar a Câmara do cidadão, na semana de aniversário da cidade. Esse calendário inaugura espaço de debate para construirmos uma Salvador melhor”, afirmou.

 

Homenagens

 

A ex-vereadora e artista plástica Eliana Kértesz, que faleceu no último domingo, foi homenageada duplamente na sessão do Câmara Itinerante. Logo no início da atividade legislativa, um minuto de silêncio foi respeitado pelos vereadores e populares. Logo depois, foi aprovado um projeto apresentado pelos vereadores Leo Prates, Kiki Bispo (PTB) e Paulo Magalhães Jr. (PV), batizando Centro de Cultura do Poder Legislativo com o nome de Eliana Kértesz. 

A primeira sessão itinerante foi encerrada com o Coral da Câmara Municipal, que cantou o Hino Nacional, regido pelo maestro Carlos Veiga. O calendário de sessões ordinárias nos bairros da capital baiana seguirá com mais nove edições do Projeto Câmara Itinerante até o final do ano.

 
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Moradores aprovam primeira

edição do Câmara Itinerante

 

Representantes de dez bairros apresentaram as principais reivindicações das comunidades

 

A primeira edição do projeto Câmara Itinerante em 2017 contou com ampla participação de representantes de dez das 21 comunidades que compreendem a Subprefeitura Barra/Pituba. Em sessão realizada no Sol Barra Hotel, nesta segunda-feira (27), integrantes de associações e líderes comunitários parabenizaram a iniciativa, além de levar suas demandas ao conhecimento do Poder Legislativo municipal.

Representando o grupo Amigos do Itaigara, Mário Augusto Amici Neutziling abriu o primeiro bloco destinado aos oradores pedindo apoio para melhorias em praças do bairro e destacou a importância do projeto itinerante. “Valorizamos esta iniciativa da Câmara de nos aproximar da classe política”, disse.

Foram apresentadas na oportunidade solicitações para atender os moradores dos bairros da região Barra/Pituba. Para estas localidades, limitadas em dez na sessão em respeito ao Regimento Interno, as demandas apontadas variaram entre pedidos de melhorias para as áreas de iluminação, organização de trânsito, transporte e limpeza urbana.

 

Intervenções sem consulta

 

Waltson Campos, da Associação de Moradores e Amigos da Barra (Amabarra), criticou as alterações da prefeitura na localidade. “Estas intervenções foram feitas na Barra sem que os moradores fossem consultados”, criticou, ao fazer uso da tribuna. O morador ainda pediu atenção para a falta de quiosques para vendedores de coco e baianas de acarajé. “Sem estes vendedores a Barra não é nada”, afirmou, pedindo também que o “Parque Marinho (que integra o projeto do PDDU aprovado na Casa) do bairro saia do papel”.

A organização do Carnaval também foi alvo de críticas da Amabarra: “Trios e camarotes estão tomando conta do nosso espaço. Depois da festa, o palco vai embora sem deixar contrapartida para moradores e estabelecimentos”.

 

Atendidos

 

Dirigindo a sessão, o presidente da Câmara, vereador Leo Prates (DEM), solicitou aos oradores que documentassem as solicitações por escrito para que houvesse encaminhamento do Legislativo.

Washington Lopes, da Associação do Nordeste de Amaralina, falou sobre as conquistas do bairro, mas cobrou atenção da Casa. “Existe a necessidade da Câmara de Vereadores ter um olhar diferenciado para esses bairros periféricos”, destacou. “Semana que vem vamos ganhar um PSF (Posto de Saúde da Família) na localidade, mas ainda falta muito. Por conta do crescimento desordenado, ainda faltam áreas de lazer”, reivindicou.

Vice-líder do governo, o vereador Duda Sanches (DEM) disse que todas as demandas serão atendidas. “Todos vocês que estão aqui não vão sair de mãos vazias, sem ser atendidos”, garantiu.

Ainda fizeram uso da tribuna Lauro Mata Júnior, da Associação de Moradores e Amigos do Rio Vermelho; Bruno Lima Cardoso, do Conselho Comunitário de Segurança do Costa Azul/Stiep; Carmem Angélica Ferreira de Carvalho Santana, do Conselho Comunitário de Segurança Pública da Pituba; Claudiomar Gonçalves, da Associação de Moradores da Graça; José Jorge Xavier, líder comunitário da Federação; Nilza de Jesus Santos, da Sociedade Beneficente e Recreativa do Calabar; e Edivaldo Batista de Almeida Filho, da União Santa Cruz. Todos documentaram suas reivindicações.


 

 

 

 

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