CLASSE ARTÍSTICA DE GUANAMBI EMITE MANIFESTO PARA A POPULAÇÃO

O setor da música de certo é um dos mais impactados pela crise do Corona vírus.

CARTA ABERTA A SOCIEDADE CIVIL GUANAMBIENSE


Guanambi – Bahia, 03 de agosto de 2021.


A Sociedade Civil Guanambiense e aos Meios de Comunicação


Classe Artistica De Guanambi


O setor de entretenimento mundial sofre a sua pior crise da História, como
é sabido por todos que nossa classe vem “se arrastando” para sobreviver.

O setor da música de certo é um dos mais impactados pela crise do Corona vírus.


Nossas atividades foram de 0 a 100 em um piscar de olhos, a crise perdura aos
exatos 1 ano e 8 meses. É mais do que relevante que a cultura, a música, todos
setores de entretenimento são vitais, com um extremo impacto em geração de renda, emprego, desenvolvimento, que gera uma fração vultosa do PIB regional e nacional.

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Entretanto, com toda dificuldade que estamos enfrentando, seja ela financeira ou psicológica, nos deparamos com um problema que julgamos ainda mais preocupante;

“A DEMONIZAÇÃO DA NOSSA ARTE” por alguns profissionais do meio de comunicativo que insistem em afirmar que a música é um incentivo
a aglomerações, em meio a imposição do isolamento social – a música, o teatro, a literatura, a arte em geral, foram saudadas como canais de escape
fundamentais da solidão, como alimento da alma, como alento e esperança de tempos e vidas sãs.

Seja através de suportes já consagrados, como os livros impressos, os CD de música, seja através da internet em um volume muito maior, ou ainda nas janelas e varandas das casas, por todo mundo, temos assistido à ampliação do consumo de produtos culturais, da valorização da cultura e do uso
do tempo diário com atividades de arte e cultura.


Desse modo, não podemos pagar um preço que não nos cabe, já fomos
considerados “não essenciais” sendo que na visão da maior parte da sociedade sempre seremos essenciais;

Não podemos ser penalizados pela e aglomeração promovida pelos bancos, não podemos pagar pelo não cumprimento de medidas
sanitárias desrespeitadas por alguns setores, não podemos ser jogados a
escanteio e ter nossa profissão depreciada, afrontada e até mesmo difamada por bocas de alguns comunicadores, (válido frisar por uma grande pequena minoria), que estão nos usando como meio de afronta política a atual gestão,nos tire de qualquer desafeto e política partidária. Para tanto, faço questão de frisar que somos trabalhadores, pais e mães de família e temos nosso sustento oriundo do nosso laboro. Não somos marionetes, fantoches:

Somos seres humanos dignos de respeito e respaldados pelo direito constituinte ao trabalho, pois assim nos assegura nossa Carta Magna brasileira de 1988.


“Fomos os primeiros a cair, sem farda, sem capacete, sem nenhum tipo de arma para a guerra e estamos sendo os últimos a levantar”.


Com base nessa citação, encerramos nosso desabafo pleiteando aos
poucos senhores que têm prestado desserviço à sociedade guanambiensse em nos atacar como se nossa profissão fossemos os disseminadores do vírus, vos lembro e rogo:


“Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles façam a
vocês; pois esta é a Lei e os Profetas”.Mateus 7:12.


Atenciosamente,


Classe Artistica unida e organizada de Guanambi – BA

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