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Músico pede R$ 4,5 milhões de indenização a Safadão por direitos de música

Reprodução: YouTube

Sem décimo terceiro para Wesley Safadão. O forrozeiro entrou em uma fria e pode ter que pagar R$ 4,5 milhões ao compositor Jonnas Alves, por um processo de danos morais e materiais.

Em entrevista ao colunista Leo Dias, do jornal ‘Metrópoles’, o músico pede que Safadão pague os direitos autorais da música ‘Vaqueirinha Maltrata’, lançada pelo artistas em 2018, que já foi acessada e ouvida por 1.57 milhão de pessoas.

Jonnas, que processa o artista e pede indenização por perdas, danos materiais e morais, contou que sempre trabalhou com Safadão, mas nessa música ele acabou “vacilando” e não dando o valor.

“Sempre tive muito carinho por ele, e a nossa amizade era boa até então. Já gravou 8 músicas minhas, mas, em 2018, resolveu gravar Vaqueirinha Maltrata para o CD Diferente Não, Estranho e não fez o acerto comigo”, contou.

O artista afirmou que entrou em contato com a empresa de Safadão, mas não teve retorno. “Procurei a empresa dele mais de três vezes e nada. E é claro que, depois disso, procuraria os meus direitos, né? Fiz de tudo para resolver as coisas na paz, mas o Safadão não quis agir assim”.

O valor R$ 4,5 milhões, é referente ao número de vezes que a música foi acessada e baixada multiplicada por R$ 2,90. Além da indenização, os advogados do compositor pedem R$ 200 mil por danos morais.

A equipe jurídica de Safadão, representada por Marcos Benevides, afirmou que o forrozeiro está proibido de falar sobre o assunto. “O processo está com o departamento jurídico. Nós iremos analisar toda a documentação e, então, vamos elaborar a defesa de Safadão. Qualquer manifestação será feita somente após essa análise”.

Fonte: Bahia.ba

Encomendas eram desviadas por funcionários dos Correios

Nesta terça-feira (24), a Polícia Federal realizou a operação Replicante a fim de desmontar um esquema de fraudes e desvios de encomendas nos Correios no Rio de Janeiro.

As investigações foram iniciadas em 2019 e apontam a participação de funcionários da estatal em Benfica, onde está localizado o maior centro de distribuição de encomendas da capital fluminense.

Os funcionários selecionavam encomendas de alto valor e as desviavam para terceiros. O prejuízo calculado se aproxima a um milhão de reais.

“O esquema criminoso envolvia a substituição de etiquetas verdadeiras — que continham dados da entrega — por etiquetas falsas. O grupo utilizava número de postagens já utilizadas para elaborar as falsas etiquetas (…), fazendo com que as encomendas aparentemente desaparecessem do fluxo postal”, explicou a Polícia Federal.

Os envolvidos na investigação responderão pelos crimes de organização criminosa e peculato.

Fonte: MBL